Veja como os políticos reagiram a desistência de Joaquim Barbosa

 

O governador de São Paulo, Márcio França (PSB), classificou como “previsível” a desistência do ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa de concorrer ao Planalto e afirmou que essa é a eleição dos “profissionais”.

“Pensar que a disputa de outubro será dos ‘outsiders’ é um equívoco. Essa é a eleição dos profissionais. De quem está acostumado a ter estômago de aço e fazer arranjos políticos”, afirmou França à reportagem. 

O senador e pré-candidato à Presidência da República Álvaro Dias (Podemos-PR) lamentou nesta terça-feira (8) a desistência de Joaquim Barbosa (PSB) da disputa deste ano, mas afirmou que poderá herdar votos que seriam do ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal). Dias afirmou, contudo, que a ausência de Barbosa empobrece o debate eleitoral, mas deixa o espaço aberto para o campo da ética.

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O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), pré-candidato à presidência da República, lamentou na manhã desta terça-feira (8) que o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa desistiu de disputar as eleições para o Palácio do Planalto neste ano. Segundo o presidenciável, a desistência é uma perda para o processo eleitoral, já que a população carece de novas lideranças e maior participação popular. “É uma perda. Precisamos de novas lideranças, uma maior participação. É uma decisão dele e temos que respeitar“, disse. 

A pré-candidata à Presidência da República pelo PCdoB, Manuela D’Ávila, deputada estadual do Rio Grande do Sul, disse que não descarta a possibilidade de uma união das candidaturas de esquerda em torno de um nome, mas que é necessário haver mais entendimento entre os presidenciáveis dos partidos da esquerda.